Charme de Menina

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Nova categoria - Li por aí

12 setembro 0
Nova categoria - Li por aí
Oi pessoal, tudo bem? Hoje estou começando uma nova categoria no blog, assim como outras que estão por vir. "li por aí" vai ser basicamente um baú de histórias e de textos que eu leio diariamente seja no Tumblr, Facebook, e blogs alheios, espero que gostem!

"Medo? Nunca tive. Desde cedo aprendi a enfrentar o mundo sem receio das consequências que poderiam vir depois, ainda que minhas decisões fossem as mais dolorosas. Sempre me permiti ir além, me jogar no desconhecido quando nem eu mesmo me conhecia e por mais irônico que isso seja, ali eu me encontrava. Por isso nunca tive medo. Por mais assustadoras que fossem as minhas escolhas, eu arriscava porque gostava do perigo e da sensação do “e agora?” Agora eu me descubro, agora eu me reinvento, agora eu me viro. Agora eu me perco, me acho, me recomeço. Agora eu sou isso, ontem eu já não fui e amanhã já não serei. Porque eu não tenho medo. Quero me jogar sabendo que vou cair, e mais que isso, quero a certeza de que essa queda é o de menos, perto da minha capacidade de levantar."
Pedro Pinheiro.
Tumblr Versificar

sábado, 9 de setembro de 2017

Uma flor, uma história - Desafio criativo.

09 setembro 4
Uma flor, uma história - Desafio criativo.
Flor de Cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança. É uma flor de origem asiática, conhecida como “Sakura”, a flor nacional do Japão, onde estão documentadas mais de 300 variedades decerejeiras.
 Hoje resolvi começar esse texto um pouquinho diferente. Não sei me descrever nesse momento, não sei dizer se estou bem ou não, não sei o que acontecerá ao decorrer desse texto, mas, como é um “desafio” vamos lá.
Desde bebê sempre morei no quintal dos meus avós, o que resultava nas idas da minha vó lá em casa sempre que eu tinha cólica, sempre que eu chorava muito, ela descia na minha casa só pra me acalmar, e por várias vezes acabava dormindo comigo nos braços. Fui crescendo sempre com esse amor imenso deles. A neta mais velha (e por sinal mais mimada de todos), adorava as comidas delíciosas que minha vó fazia, acho que todos os netos adoram comida de vó, né? Pra vocês terem uma ideia, como eu faço acompanhamento médico desde bebê, sempre tinha que levar comida, pois era no interior, 7 horas da minha casa para o médico, e minha vó sempre mandava sopinha na época, pois eu era bebê, até que em uma dessas idas, eu comecei a chorar muito, meus pais pararam o carro, uma kombi na época, para ver o que estava acontecendo comigo, cólica não era, então deduziram que seria fome, esqueceram de levar a mamadeira numa bolsa térmica e quando foram me dar, estava azeda. Resultado, como estavam quase na metade do caminho, e perto da casa do meu tio, resolveram passar lá para rocar o leite da mamadeira, e adivinha? Eu não quis!  Lembraram então que esqueceram minha sopa na casa da minha vó, e era isso que eu queria! Hahah. Mas esse não é o foco onde eu quero chegar… aliás, acho que está bem longe ainda.
O foco que eu espero chegar é, sobre o amor que eu tenho por eles, não só por eles, mas por todas as pessoas de idade, que admiro muito!! Sempre fui uma neta muito carinhosa, vivia na casa deles mesmo já morando em outra cidade, adorava cantar músicas enquanto meu vô tocava sanfona, amava o colo deles.
Até que em um certo dia, meu pai resolveu mudar para o interior contra minha vontade.. e como eu tinha apenas 14 anos, não tinha direito de exigir nada, e quando me perguntam se eu gosto do lugar onde moro, óbviamente respondo com um não. Um dos meus sonhos e minha meta para quando me tornar maior de idade é conseguir um emprego nem que seja por aqui mesmo, par conseguir me estabilizar e voltar a morar perto dos meus avós. Algumas pessoas ficam admiradas com o amor que tenho por eles, sempre que vou a passeio lá, eu morro de vontade de gritar que quero ficar ali pra sempre, mas minha voz some em meio ao choro de tristeza por deixá-los por ali, sozinhos, preocupados comigo… mas tenho fé que em breve voltarei a cuidar deles do meu jeito, dar amor e atenção do jeito que precisam. Aproveitei  que estava triste e escrevi esse texto, o que já serviu como conteúdo para a blogagem coletiva que estou participando. A proposta era escolher uma flor e escrever algo com os significados dela. Eu escolhi a sakura, espero que gostem, e desculpem o desabafo, precisava contar isso em algum lugar. Até o próximo post!
postagem feita para o Projeto escrita criativa

sábado, 26 de agosto de 2017

Resenha de filme: Tudo e todas as coisas

26 agosto 4
Resenha de filme: Tudo e todas as coisas
TítuloEverything, Everything (Original)
Ano produção2017
Dirigido por
Estreia
15 de Junho de 2017 ( Brasil )
Outras datas 
Duração96 minutos
Classificação
Gênero
Países de OrigemEstados Unidos da América

Sinopse..

Maddy é uma adolescente que tem imunodeficiência grave combinada (SCID), uma doença rara que faz com que ela seja alérgica a praticamente tudo. Ela passou 17 anos escondendo-se em sua casa, apenas vendo sua mãe e sua enfermeira, Carla. Mas quando um garoto chamado Olly se muda para a porta ao lado, Maddy começa a se apaixonar.





Logo quando vi a foto desse filme me deu vontade de assistir imediatamente, eu estava precisando de um filme que me surpreendesse e que me desse motivação, e esse respondeu minhas expectativas, logo no começo do filme já me identifiquei com Maddy, pois ela era muito solitária e a neurose da sua mãe que é médica e cuida dos problemas de saúde dela acabava tornando a Maddy mais isolada ainda.
 Por isso Maddy escolheu não contar sobre sua paixão pelo novo vizinho para a mãe.
Além de estar vivendo o "primeiro amor", Maddy tem vontade de viver uma vida normal e poder respirar o ar da natureza lá fora, e fazer alguma das coisas que pessoas "comuns' fazem..
Nesse momento do filme ela e Olly (o vizinho) já estão mais próximos, e por mais que ele se preocupe com a saúde dela, acaba sendo seu cúmplice para o desespero de Pauline ( mãe de Maddy) O mais legal que achei do filme, foi a maneira de como eles começaram a se aproximar, já que Maddy não podia sair de dentro de casa, trocavam sms, email, plaquinhas nas janelas... até ter o primeiro contato na casa dela, graças a sua enfermeira e amiga, Carla...
e aí começa o suspense para saber se a saúde de Maddy vai piorar e se ela e Olly vão ficar juntos, basta vocês assistirem e voltarem aqui para me contar o que achou do filme, ficarei no aguardo hahah. Desculpem ter citado tanto o nome "Maddy" no decorrer da resenha, se é que posso chamar assim pois ficou curta, mas não tinha outra maneira de se expressar, espero que gostem, beijos.